Die Bitcoin-Insel mitten in der Hauptstadt - MOZ.de

Berlin Bitcoin Story: The excitement and difficulties (!) of my first offline use of bitcoin

I’m a new user to bitcoin, although I have an account on a trading platform and have used the currency for online payments (to pay for a job done by a contractor online). What I haven’t done is mining bitcoins. Also, I never actually paid for anything with bitcoin in ‘real life’. Until recently.
I live in Kyiv, Ukraine, and the bitcoin community here is not that big. Yes, we have an exchange which enabled buying BTC through about 4k payment terminals, and we have several merchants and services accepting the currency. It’s still really small. When I read the news and see the EU maps of spots accepting bitcoins, I’m really excited about the prospects. I was excited even more about the possibility to spend some coins in Berlin during my New Year trip.
Just before the holidays, somewhere in mid-December, I bought a fraction of bitcoin on Cex.io. It was a relatively small sum, as I used my spare money. The fee was 4.5% for a credit card; I was ok with it. So, I had my 0.23 BTC issued to my account in a blink of an eye. Previously, I didn’t even use a wallet – just transferred the funds from my Cex account to any address. That was for business purposes. This time, I registered with GreenAddress and downloaded their iOS app. As usual, I transferred funds to my wallet in mere seconds.
Then, I looked up for some places in Berlin where bitcoin is accepted. No wonder they were concentrated in Kreuzberg. I deliberately decided to not bring along much cash with me, as I thought I could get it any time through LocalBitcoins. What I needed was some more coins instead. Accidently, I bumped into one of those 4,000 payment terminals in my neighbourhood (a Hungarian OTP bank has one installed in their lobby). I tried to use this opportunity.
The payment terminal works the following way: you insert cash (UAH), and get a receipt which contains a confirmation code. You enter this code on the website (btcu.biz), and then provide a wallet address where you want the coins transferred. Pretty easy, but… I got involved in the process for an hour or more! First, my eyes couldn’t read the code properly, so I sent a photo of the receipt to their super helpful and incredibly friendly support (my best experience of communication with the support team ever). Then they asked me for my wallet address to issue the bitcoins. ...It turned out they were ‘used to’ Blockchain wallets, so my GreenAddress didn’t work out for some reason. Before I got any response, I registered with Blockchain and transferred my coins to that new account on my own, after which I did another transfer to GreenAddress.
..Well, it took me quite some time to get my bitcoins in my GA wallet via Btcu, it cost me about 9 EUR when paying about 50 EUR in UAH (2 EUR commission + I somehow received 7 EUR less in coins than I was supposed to, according to the course at the time, 29th December), and Cex.io would have been much better and faster.. But those funny support guys were amazing, as well as the opportunity to buy BTC in a 5-minute walk from my home! (I consider it an investment)
In Berlin, I didn’t have a chance to explore many bitcoin-accepting placed, so going to Kreuzberg’s Graefekiez (“Bitcoinkiez”) was a good option. On the first day, I took my friend to the Room 77 cafe which can be easily found by a giant neon Bitcoin sign outdoors. I was so excited! We had their hamburgers with fries. Each one had an immense plate, which didn’t leave any room for the cafe’s weird dessert – a fried Mars bar or something like that. Paying was simple, except for the fact that GreenAddress requires 2FA. So when you make a payment, you need to switch to an authentication app (or receive an SMS) to get a code, copy it, and paste in the GA app. My code lasted 30 seconds, so, on the third attempt, I had to wait till it changes and quickly do the copy-pasting. Lesson learned! The wonderful waitress told us that there were not that many payments with bitcoin, but the cafe was famous for accepting the currency. She herself confessed that she knew nothing about the crypto.
On the second day, we went to see the sci-fi and fantasy books in the Otherland bookstore. I didn’t find what I was looking for, but I finally bought a Vonnegut book. I, again, had several problems with my payment. There was no mobile Internet connection in the store, but the shop assistant gave me the Wi-Fi password without me even asking for it. Then, after fighting the authenticator app, I made a transaction. However, it wasn’t confirmed at once. Despite the fact that I received an email from GreenAddress informing me about the transaction, there was no payment on the bookshop’s side. I tried to tell the assistant that it happens, as the people in the mighty grand Bitcoin network are working on confirmations and assigning them to blocks, which might take time. We had a smoke break and looked at some more books, but there was no payment (I had a ‘5 confirmations’ stated under my transaction). The shop assistant called his colleague to consult on the issue, and they came up with a solution – the gentleman took my email address, to send me a message in case the payment doesn’t go through, and gave me the book I bought. I followed the number of confirmations the entire evening, and it disappeared after reaching 50+. I never got an email from the bookshop.
In this entire story (however a small one), I felt weird. On the one hand, bitcoin should be easy, fast, and relatively cheap (talking about the transactions). I understand that we should balance between simplicity/speed and security, and the latter is more important here. Also, I understand that the perfection of the protocol doesn’t mean that the system is perfect as well. But my message is that I would be excited to be able to pay with bitcoin directly and am patiently waiting for broader adoption in my country, Ukraine.
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Em Berlim, a bitcoin substitui facilmente o euro

Graefekiez, Berlim, agosto de 2013. Como todas as terças-feiras, ouvem-se, junto ao canal, os pregões característicos do mercado turco. Os berlinenses que deambulam entre as bancas deixam-se tentar pelos irresistíveis descontos de última hora. Mikaela compra um quilo de peixe – “três euros”, anuncia o pequeno reclamo – e paga em dinheiro, de mão para mão. Sem recibo, nem caixa. A transação não deixa um único traço visível, a não ser o saco cheio de peixes reluzentes que Mikaela leva consigo.
Duzentos metros mais a sul, no mesmo bairro, Brand bebe um latte macchiato, ao balcão do Floor’s Café. Quando chega a altura de pagar, Brand pega no smartphone, fotografa o flashcode que apareceu no ecrã da caixa, carrega no “OK” e vai-se embora. Também ele não deixou rasto do pagamento que fez. Ou quase. Um software transferiu dinheiro da sua conta na Internet para a conta do café e a operação está exposta na “cadeia de cifras em bloco” – o registo que lista as transações por ordem cronológica. O jovem, de 32 anos, não precisou de cartão de crédito nem de conta bancária. Os dados da transação estão a salvo na cadeia, protegidos por processos criptográficos extremamente rigorosos que impedem que qualquer pessoa tenha acesso a eles ou possa alterar o montante, a origem ou o destino.
Moedas baseadas na tecnologia da Internet
Um milagre da bitcoin, a moeda virtual que, aqui em Kreuzberg, Berlim, está a ter grande sucesso. Cerca de 25 estabelecimentos comerciais – sobretudo bares, mas também hotéis, restaurantes, pequenas lojas de eletrónica e papelarias – aceitam esta moeda, inventada em 2009 por um pirata informático anónimo, conhecido sob o nome de Satoshi Nakamoto.
Neste momento, a cotação da cripto-divisa é muito alta: uma bitcoin vale cerca de 78 euros, o que quer dizer que um café custa apenas aproximadamente 0,02 Neste momento, a cotação da cripto-divisa é muito alta: uma bitcoin vale cerca de 78 euros, o que quer dizer que um café custa apenas aproximadamente 0,02. Pelo menos no papel, é possível comprar tudo com bitcoins: casas, automóveis, computadores, roupas. Embora satisfaça todos os critérios que definem uma divisa, conforme reconheceu recentemente o juiz texano Amos Mazzant, a bitcoin escapa por completo ao controlo dos governos e dos bancos centrais, que começam a preocupar-se com a sua expansão, em aumento constante.
Sentado na sua Vespa branca, em frente do Floor’s, Brand explica em poucas palavras como funciona o sistema bitcoin. Segundo ele, é uma opção responsável, como comprar um produto biológico em vez um produto de baixo custo. Com o smartphone na mão direita, entra na aplicação EasyWallet. Depois, basta fotografar o flashcode do bar, inserir o montante necessário, carregar no OK – e o pagamento está feito. “Pago em bitcoins pelo menos duas vezes por dia: o almoço ou o café. Não sei se a bitcoin será a moeda do futuro, mas serão sem dúvida moedas baseadas na tecnologia da Internet que irão impor-se. Talvez venham a existir várias, mas tenho a impressão de que é uma evolução inexorável”, declara.
Um software e um flashcode
A proprietária do Floor’s Café chama-se Florentina Martens. Com 26 anos, esta holandesa, antiga estudante de Belas Artes em Berlim, montou a sua pequena empresa de restauração e defende e aplaude a bitcoin. Para Florentina, tudo começou com a experiência como empregada de um bar das proximidades, que autorizava os pagamentos na moeda alternativa. “Ao princípio, a coisa incomodava-me um bocado, porque não percebia muito bem como funcionava, e, quando alguém queria pagar em bitcoins, não me sentia à vontade.” Mais tarde, quando decidiu abrir o seu próprio café, deixou-se convencer por alguns vizinhos, informou-se e decidiu aceitar pagamentos nesta moeda que, não muito tempo antes, ainda associava a uma tarefa complicada. O cliente só precisa de um software e de um flashcode. Até agora, Florentina ainda não trocou bitcoins por euros. Gasta no bairro, tudo quanto ganha em moeda virtual.
No início, eram raros os clientes que pediam para pagar em bitcoins. Mas, hoje, todos os dias há alguns que as usam para pagar um café, um bolo ou uma sandes. “Não são nerds com óculos e rabo-de-cavalo. E são tantos homens como mulheres, na maioria jovens, pertencentes aos meios alternativos”, explica Florentina. Para ela, tal como para quase todos os outros “bitcoiners” entrevistados pelo Linkiesta, a principal motivação é o repúdio, que foi tomando forma sobretudo durante a crise, pelos bancos privados e pelas políticas monetárias dos bancos centrais em geral. A divisa alternativa “descentralizada” é considerada como uma coisa mais próxima dos consumidores, além de ser conforme com o espírito da época.
Não foi por acaso que esta experiência foi realizada em Graefekiez, um bairro não muito grande, que possui uma alma e uma estrutura económica próprias. A história começou no Room77, “o restaurante nos confins do capitalismo”, que, desde o início de 2012, oferece aos clientes “cerveja quente, mulheres frias e comida de fast-food servida devagar” (como afirma a inscrição por cima da porta).
Uma moeda digital
O proprietário, Joerg Platze, um alemão de origem norte-americana (o seu pai era texano), tornou-se uma espécie de evangelizador da moeda digital: graças a ele, em boa parte dos estabelecimentos comerciais do bairro, vê-se hoje um autocolante com a frase “Aceitamos bitcoins”. “Para mim, trata-se sobretudo de uma questão prática: é muito rápido e mais económico”, garante. Ao contrário, por exemplo, do cartão de crédito, a transação não envolve qualquer despesa. Joerg Platze conseguiu convencer outro tipo de estabelecimentos, como um velho eletricista, vizinho do Room77, que acaba de instalar o software e de afixar na porta o autocolante Bitcoin. Ainda não recebeu clientes adeptos da bitcoin, mas saberá o que fazer, quando estes aparecerem.
O sistema de pagamento Bitcoin ajusta-se à sua conceção de hotelaria alternativa, que se demarca voluntariamente da hotelaria tradicional Saída de uma escola de hotelaria e antiga empregada na área da restauração, Cassandra Wintgens, de 41 anos, é proprietária da casa de hóspedes “Lekkerurlaub”. O sistema de pagamento Bitcoin ajusta-se à sua conceção de hotelaria alternativa, que se demarca voluntariamente da hotelaria tradicional, com quartos a preços baixos, alimentação biológica, Wi-fi e o uso de uma moeda que não passa pelos bancos. “O nosso primeiro hóspede chegou no fim de maio. Disse que tinha lido que se podia pagar em bitcoins, e que tinha sido por isso que decidira alugar um quarto na nossa casa.” O quarto individual custa 0,52 bitcoins, ou seja, 40 euros, e o quarto duplo 0,85, ou seja, 54 euros. As faturas da casa de hóspedes preveem já o pagamento em bitcoins, que só será preciso converter, para a declaração de rendimentos do fim do ano, como explicou o contabilista do estabelecimento.
Perigo de falsificação
Contudo, fora do paraíso de Graefekiez, a realidade é um pouco diferente. A moeda virtual já circula nos mercados financeiros: a ausência de um banco central que controle a sua cotação torna-a extremamente flutuante – uma situação que, por um lado, atrai e, por outro, assusta os investidores aventureiros. A Phylax é uma empresa alemã de consultoria financeira, que oferece aos seus clientes assistência tecnológica e que, nos últimos anos, se especializou no sistema de pagamento Bitcoin. “Começámos a interessar-nos pela bitcoin faz agora dois anos e concluímos que era uma experiência atraente. Seduziu-nos a ideia de uma moeda descentralizada, sem banco central de referência, e em que cada um é parte interessada no processo de criação da nova divisa”, explica o diretor-geral da Phylax, Fridhelm Schmitt. Na altura, a bitcoin equivalia a dois euros e a Phylax pressentiu o seu potencial: a empresa comprou bitcoins a entre oito e dez euros e, mais tarde, vendeu a totalidade por entre 45 e 85 euros cada. Foi a volatilidade da cotação que motivou a venda.
Mas não é uma burla: é uma moeda real Segundo os cálculos da Phylax, atualmente, 45 euros [por uma bitcoin] seria um valor “razoável”. “Não compreendo todas as preocupações que esta experiência suscita. É verdade que, hoje, se pode perder muito dinheiro com a bitcoin [nos mercados financeiros]. Mas não é uma burla: é uma moeda real. Acontece que as pessoas confundem burla com risco, mas este é próprio dos mercados.” Para Fridhelm Schmitt, o perigo principal é, “um dia”, a bitcoin vir a ser falsificada: “Atualmente, estão em curso vários estudos sobre essa possibilidade, mas, hoje, a falsificação é impossível.”
Fonte Presseurop Portugal Texto Laura Lucchini | Valerio Bassan
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China may be Bitcoin’s biggest market, but Kreuzberg just might be its European capital: Graefekiez is home to the highest number of businesses accepting the cryptocurrency. Rachel Glassberg bought some for herself and met with local experts to figure out what to do with it. It’s a wintry Saturday in late November and Betahaus is starting to feel like a greenhouse. For this edition of the ... Für PCs und Laptops unter Linux, Windows oder Mac: den Original-Client von www.bitcoin.org. Für Android-Smartphones oder neue Blackberrys: die Bitcoin-Wallet von Andreas Schildbach (Android, BB10) Als schnelle, serverbasierte Online-Wallet (auch für Apple-Geräte geeignet): www.easywallet.org. Room77 die Bitcoin Kneipe im Kreuzberger Graefekiez bietet leckere Burger und mexikanisches Essen nach dem Motto: “Warm beer, cold women and fast food made slow” Room77 akzeptiert Bitcoin als On-Chain und Lightning Transaktion, sowie Monero. Im Room77 befindet sich auch ein Bitcoin Automat um Bitcoin kaufen zu können. Antwort auf Beitrag Nr.: 41.044.786 von MrRipley am 15.02.11 18:22:06 Das habe ich mich am Anfang auch selbst gefragt Man stellt sich bitcoin am besten als neuartiges "digitales Gold" oder ... Dieses Wallet teilt dir auch deine Bitcoin-Adresse mit, die nun so etwas wie eine Kontonummer für dich ist. Du brauchst jetzt nur noch deinen Zugangs PIN und einen Offline Schlüssel. Dieser ist zugleich auch eine Sicherungskopie deines Wallets, falls dein Handy oder dein Rechner mal kaputtgehen sollte. Was zeigen mir die Charts und der Kurs? Damit du einen Überblick über die aktuellen ...

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